sábado, 24 de março de 2012

segunda-feira, 5 de março de 2012

Trabalhos dos próximos dois dias

Para esta Terça-Feira:

Tarefa de Química, a ficha que ela entregou.
Tarefa de Física, terminar os exercício do livro.

Para esta Quarta-Feira:

 Tarefa de Filosofia, exercícios do livro ( no caderno).
Fazer a sua Linha do Tempo - História
 

domingo, 4 de março de 2012

Construindo o conceito de História através de Corra, Lola, Corra

     Nós, alunos do primeiro ano B do Colégio de Aplicação da UFPE - CAp orientados pela Professora Dra. Natália fizemos textos para explicar através do filme de origem alemã "Corra, Lola, Corra" como se pode chegar a um conceito de História.

Informações do Filme:

   
 Título original: (Lola Rennt)
 Lançamento: 1998 (Alemanha)
 Direção: Tom Tykwer
 Atores: Franka Potente, Moritz Bleibtreu, Herbert Knaup, Nina Netri
 Duração: 81 min
 Gênero: Ação

 
        


Sinopse: 

     Manni , o coletor de uma quadrilha de contrabandistas, esquece no metrô uma sacola com 100.000 marcos. Ele só tem 20 minutos para recuperar o dinheiro ou irá confrontar a ira do seu chefe, Ronnie, um perigoso criminoso. Enlouquecido e sem saber o que fazer, Ronni telefona para sua namorada chamada Lola, que vê como aparente solução pedir ajuda para seu pai, que é presidente de um banco. Assim, Lola corre através das ruas de Berlim, em busca de salvar a vida de seu namorado, para isso são apresentados três possíveis finais.


* Após o filme, a turma foi divida em grupos onde discutimos sobre os estudo básicos de história com base no Filme Corra, Lola, Corra. Abaixo pode-se fazer uma leitura deles:
 
A História e a sua importância

Muitas vezes as pessoas questionam-se em relação a importância da História, seja como matéria escolar, como no nosso dia-a-dia. Ao pensar em História muitas vezes somos levados automaticamente ao passado, vendo-a como uma ciência exclusivamente deste período. Mas por quê não a encarar e pensar na História como uma ciência do presente também?
A História é de enorme importância para o presente, pois é nele onde estão refletidos os atos passados e só com o estudo da História é possível entender as razões de ações da época em que vivemos. Hoje em dia podemos ver, por exemplo, o reflexo da sociedade escravocrata brasileira que desvalorizava os  negros e o trabalho manual. Quando um país enfrenta uma crise é importante que os governantes olhem para trás e revejam o que foi feito em situações parecidas, em outras sociedades e épocas, com o objetivo de repetí-la se essa teve uma boa resposta, ou fazer diferente, se essa ação não terminou em melhora.
Um exemplo bem claro: quando somos pequenos às vezes insistimos em fazer coisas que não são certas ou que  não terão uma repercussão boa, como por exemplo colocar o dedo no ventilador.  E até que percebamos que esta ação não nos trará nenhum tipo de benefício iremos insistir em colocar o dedo no ventilador. Ou seja a História é a experiência, o vivido.
Por isso não é o passado em si que constitui o objeto de estudo da História, mas o entralaçamento da humanidade com o tempo.  O homem é fruto do seu tempo bem como a História, pois é a partir disso que ela vai se movendo e se renovando, chegando à outras interpretações e descobertas. Por isso todos os relacionamentos dos seres humanos em todas as épocas - passado e presente - é História.
A Historiografia (escrita de História) são os documentos que nos permitem visitar o passado e dele tirarmos nossas percepções; esses documentos podem retratar a vida de uma pessoa e seus pensamentos, costumes e crenças, por meio de um diário, por exemplo; bem como o de uma sociedade, a partir de um jornal, música, livro, filme, etc. Podemos tomar como exemplo a música "Asa Branca" de Luíz Gonzaga, nela ele retrata a seca no sertão nordestino a partir de seu ponto de vista, em determinado tempo e sociedade. E desse documento é possível extrair informações de escolaridade, pensamento, crença, etc. da pessoa que o retrata.
Por isso quando tratamos de fatos no passado e no presente, buscar as suas origens no tempo e no espaço é de grande importância para entendermos a relação desses acontecimentos e (se esses forem um problema) mudá-los. Até porque são as preocupações do presente que nos dão o impulso para estudar História.

Autores:  Juliana, Marana e Matheus
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O que vem a ser história?

     Sabe aquela sua primeira mesada, seu primeiro celular, ou até o seu primeiro dia de aula no Aplicação? Tudo isso são fatos que fazem parte da sua história. E assim como você, todos nós temos uma história, a que nós próprios construímos. E quando todas essas histórias se juntam, forma-se a história da sociedade. Mas o que vem a ser história?
     Muitos podem associar história a documentos velhos e tudo o que já passou, porém, essa definição é um tanto incoerente para a palavra, tendo em vista que a História não é simplesmente a escrita ou o passado, trata-se de uma abordagem muito mais ampla, contendo o pensamento do homem perante o tempo. 
      A historia é tudo aquilo que aconteceu e ainda acontece em um grupo de indivíduos, relatado e interpretado por um grupo de estudiosos que são chamados de historiadores. Também existem os professores de História, que são aqueles que aprendem a história passo a passo e lhe ensinam fatos como a descoberta do Brasil, a revolução francesa, as duas Grandes Guerras, etc.
      E como essa ciência descobre coisas sobre o passado? Até hoje ninguém inventou uma máquina do tempo ou algo parecido, então, os documentos são fatos que mostram para a sociedade atual uma parcela do que aconteceu no passado, e o estudo dos documentos históricos é chamado de historiografia, ou seja, a escrita do homem que compõe a história.
      O estudar história não é o apenas estudar o passado, mas sim estudar o presente juntamente com o passado, pois é através do que hoje é passado que se fez o presente e do que hoje é presente que se faz o futuro, por isso o estudo de história é muito prazeroso, pois é agora você que está construindo a história que outros irão estudar.
      Assim, durante sua vida, você consegue estudar a trajetória dos seus antepassados e da sua terra para você tirar suas próprias conclusões sobre a SUA história, a que você decide como, onde e quando construir, tentando cada vez mais não cometer os mesmos erros do passado.
Autores: Gabriel Cicalese ; José Bione; Maria Carolina; Tatiana Araújo
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Para iniciarmos nossa aprendizagem na História, devemos primeiramente conhecer o seu verdadeiro conceito.
História, para muitos é só uma disciplina, e ainda para outros apenas o estudo do passado. Mas ao fundo disso esta ciência se preocupa não só com o passado, mas com o presente também. Na verdade, ela se preocupa com os feitos humanos desde sua existência e no que ele interfere no presente.
Para verificarmos se um fato histórico é verdadeiro precisamos de “provas”, que nada mais são do que documentos e evidências. Documentos são os registros de pessoas que vivenciaram o determinado fato.
Porém, devemos ter cuidado, pois esses documentos podem ser manipulados pelos historiadores que usam esses documentos a seu favor fazendo a sua própria interpretação. E isso é chamado de historiografia: “o estudo e a escrita da história pelos os historiadores”, segundo livro didático.
Para entendermos melhor, foi apresentado em sala (pela Profª Natália) o filme “Corra Lola, Corra” que mostra muito bem o significado e a importância da história;
O filme conta a estória da tentativa desesperada de Lola para conseguir o dinheiro que seu namorado deve a um gângster. A história tem três desfechos, que são diferentes por causa de pequenos detalhes que influenciaram e interferiram no desfecho final. Como por exemplo, na primeira versão da história, quando Lola está descendo a escada, ela não bate no cachorro e por isso, consegue correr mais rápido, dando mais tempo para conseguir o dinheiro. Já na segunda versão, ela tropeça no cachorro e acaba machucando o tornozelo atrasando o desfecho; E é isso que acontece com a ciência História: foram pequenos acontecimentos que fizeram grandes diferenças e moldaram o mundo atual.
Concluindo História é “uma ciência que estuda os fatos importantes ocorrido nas transformações por que passou e passa a humanidade”, como dizia Ruth Rocha.

Autores : José Lucas Vila Nova ; Maria Eliza Costa ; Marília Alves ; Yasmim Barros
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A História é a ciência que busca conhecer os diversos aspectos da sociedade humana desde os tempos mais remotos de sua existência, mas, não é por isso, que devemos considerá-la simplesmente como a ciência que estuda o passado, visto que, com certeza, abrange muito mais do que isso.
     Ao longo dos séculos o homem procurou compreender sua evolução, “de onde veio e para onde vai”, observou todas as suas realizações nas diversas áreas do conhecimento, além de sua relação com todos os seres vivos, mas principalmente os da sua natureza. Fez isso, sempre se utilizando de pinturas, artefatos, documentos e de todas as formas possíveis de informações, ou seja, a Historiografia, que para ser considerada História de fato precisa de argumentos que a comprovem, sendo esse o papel do Historiador.
    Logo, a história é a tentativa de entender os fatos e acontecimentos anteriores para que se possa usar tal análise como experiência, além de estabelecer ligações explicativas entre os fatos de outras épocas, dessa forma é também um estudo do presente, este que traz raízes de períodos mais remotos. Também tratamos de História quando revemos e interrogamos o passado para tentar compreender o que ainda podemos vivenciar, o tão misterioso futuro.

Autores : Anna Cecília , Gaby Sales e Sara Freitas.
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A História é o estudo do passado?
É apenas isso?

            Primeiramente, em dias atuais, muitas pessoas tem uma concepção da História que não é adequada: a visão de que a História estuda apenas o passado, afirmação que não é verdade. Este tipo de conhecimento científico vai muito além. Como caso ilustrativo, podemos pensar no seguinte: uma criança que se queima ao passar a mão, por exemplo, ao tocar uma panela quente, após algumas tentativas, entenderá que se fizer aquilo naquela situação irá se queimar. Essa série de acontecimentos resulta numa experiência, algo extremamente importante na História.
            Também, não é só o passado o objeto de estudo da História. O presente também é fundamental. Por exemplo: o que a descoberta do Brasil pelos portugueses provocou no nosso idioma? O Brasil tem como idioma o português (com algumas variações do português do país Portugal). Ou seja, um fato passado (1500), afeta nossas vidas até hoje, afinal o idioma que utilizamos, geralmente, no Brasil, é o português. A História tenta compreender o passado e logicamente explicar seus desdobramentos no presente, e possíveis consequências no futuro.
            Vale lembrar que não podemos prever o futuro, então o estudo é, em sua maioria, mais voltado ao passado e presente. Porém, se a História é tudo isso, como sabemos de fatos ocorridos há muito tempo? Nessa situação, encaixa-se algo chamado de historiografia. A historiografia é, de forma sintética, o que escreve e descreve a História. É a História escrita. Dentro dela, existem documentos que possibilitam que historiadores os utilizem como base de sua pesquisa. Esses documentos passam pela interpretação do historiador, pela sua análise, que depende dos ideais do mesmo, e de sua experiência. Ou seja, conclusões sobre tais documentos dependem do ponto de vista, algumas vezes. De igual importância, estes documentos têm referências fundamentais para seu estudo: espaço e tempo. Em outras palavras, onde e quando ocorreram.
            Em suma: o que é História? Segundo o historiador March Bloch, a História é a “ciência dos homens, no tempo”. É uma descrição interessante, que nos leva a pensar o seguinte: a História estuda o homem em todos os tempos; e todos os espaços. É uma ciência vasta, movida pelas indagações do presente. Essas sim, dão base e força para os estudos da História.

Autores: Rodrigo Araújo ; Saulo Brasileiro ; Vinícius Lima. 
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 Conceituando a História

                História não é apenas um estudo do passado como muitos se limitam a dizer. Trata-se de algo muito mais complexo e difícil de conceituar. Afinal, conceituar não é fácil, é? Além disso, estamos nos referindo ao estudo, conhecimento obtido por meio dessa. Essa é a “História”. Mas já “história”, com a inicial minúscula, refere-se a experiências vividas nessa e em outras épocas.
                A História procura na historiografia documentos, textos, fotografias, dentre outras fontes, para que por meio delas sejam feitos estudos, interpretações, de experiências diversas em nossa existência.
O historiador trabalha buscando o conhecimento da historia através de testemunhos e documentos, que são analisados e retratados de modo sintetizado, representados por um ponto de vista que ilustra os principais acontecimentos e fatos de eventos passados. Mas não de forma imparcial ou de forma que os fatos sejam contados exatamente como aconteceram, pois como dito por José Honório Rodrigues, “Não há história pura, não há história imparcial. Toda história serva à vida, testemunho e compromisso.”.
                Para entendermos melhor do que se trata, é interessante saber o “para que serve” da História. Essa nos mostra fatos importantes ocorridos em nossa história, situações diversas para aprendermos com elas e não cometer erros ou mesmo repeti-los;  mostra um pouco de nossas origens, hábitos antigos, explica muito da sociedade atual.
                Serve para entender o que ocorre no ambiente em que vivemos, como avançamos em tecnologia, nos explica muito com relação às relações sociais.  
                Por que, por exemplo, existe preconceito relacionado a crenças, etnias e culturas nos dias de hoje? Podemos encontrar a reposta na História. Por que os perfumes franceses são famosos por ‘fixarem’ mais?  Em que contexto surgiu o famoso cinema?  As respostas de perguntas como essas e muitas outras, encontramos na História.
                O estudo da História diz muito do presente, mas o nosso “agora”, os problemas que enfrentamos nos dias de hoje, nos levam a ter outras visões do passado. E isso nos conduz a sempre ter uma incerteza da História.

Autores : Daniel Esdras ; Humberto Aguiar ; Lucas Mota , Lucas Faria.
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História – Conceito; para que serve e no que seu estudo constitui?

      O estudo da História é amplo, assim como seu conceito. De modo geral, baseia-se no estudo das relações humanas em função do espaço e do tempo, não só passado, mas também do tempo presente.

        O historiador estuda o passado através de documentos, que são registro de fatos, acontecimentos e idéias do passado, com a finalidade de compreender melhor o tempo atual. É importante ressaltar, porém, que o que está grafado nos documentos não pode ser considerado como uma realidade histórica, já que representa uma interpretação do fato histórico exatamente ocorrido, e todo documento histórico passou por certo grau de manipulação do historiador ou de quem o registrou, pois o interpretou de sua maneira, podendo ser de acordo com sua ideologia.

       A partir do registro de experiências passadas, o ser humano tem a oportunidade de transformar o mundo atual com mais lucidez, ou seja, com ciência de seus atos e os resultados dos mesmos, assim o homem aprende com seus erros.

                   Um bom exemplo está no filme “Corra Lola, corra”, no qual demonstra a singularidade de cada componente de um acontecimento e seu poder de modificar o início, o meio e o fim do evento quando pequenas alterações nos detalhes da estória muda todo o rumo do desenrolar dos fatos. Ou seja, mostra que qualquer situação pode ter desfechos diferentes, a partir de pequenas modificações de detalhes paralelos ao fato ocorrido, sendo estas sempre influentes nos fatos de certa maneira.

      Concluindo, é importânte estudar a História para que com ela possamos entender as relações humanas atuais e como elas se originaram, sendo isto importante para entendermos como as estas relações de hoje podem influenciar nas relações humanas futuras. Por exemplo: Se Lola, do filme “Corra Lola, corra” Soubesse dos dois primeiros possíveis desfechos, ela entenderia o que ocasionou um diferente final em cada um, e provavelmente agiria de modo com que os fatores influentes na estória lhe beneficiassem.

Autores: André Marinho ; Ítalo Albuquerque ; Luís Felipe Amorim ; Pedro Felipe.
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História em movimento: contínua mutação e construção

            Ao longo da vida adquirimos experiência, o que nos proporciona maturidade na hora de tomar decisões ou enfrentar um problema, já que aprendemos com os erros. Mas isso não seria possível se não nos lembrássemos deles, ou seja, se a memória não os registrasse, e tampouco adiantaria se ficassem gravados, mas não soubéssemos analisá-los. Assim é a História: uma memória coletiva dos seres humanos, sendo analisada de acordo com cada contexto, de forma que possibilite uma compreensão do funcionamento das relações sociais e de como isso altera os rumos da humanidade, englobando não só aspectos políticos, mas também as formas de viver, sobreviver, reunir-se e divertir-se.
            É considerado que todos são sujeitos históricos – ativos ou passivos (podendo ser indivíduos ou grupos), pois se os ativos de alguma forma alteraram a realidade à sua volta, podem ser deixados indícios para explicar porque os passivos assim foram, quais eram seus papéis, porque isso ocorria nessa sociedade, etc. Ou seja, qualquer registro pode ser fonte de um historiador, que vai enxergá-lo sob determinada ótica e usá-lo para ajudar a entender ou expandir a visão sobre um fato histórico; visão essa que sempre será limitada, pois depende dos indícios que sobreviveram ao tempo, e dos interesses de quem os interpreta, havendo assim sempre a possibilidade de mudança.
            A História situa-se na medição do tempo, e isso é possível graças à invenção do calendário e à determinação de um ponto em que começou a ser registrada a passagem deste (com duração de um ano), sendo então a cronologia uma ferramenta da História. Decorrente disso, surgiram formas de “visualizar” e situar os momentos históricos, tais como a linha do tempo, ou a comparação do historiador francês Fernand Braudel entre as águas do oceano e as três durações do tempo histórico: o de curta duração (como um golpe de Estado) seriam a camada superficial do oceano, afetada constantemente pelo vento e tempestades; o de média duração (como a vigência de um reino), que seria a camada de água intermediária: há movimento, mas não é tão instável quanto a superfície; e o de longa duração (como as bases morais de uma sociedade, que se transformam em demasiada lentidão) seriam as profundezas do oceano: quase imóveis.
            Estando inserida no campo das ciências humanas, a História é expandida não só através dos historiadores, mas também muito beneficiada pelos trabalhos de outros profissionais, como sociólogos, filósofos, antropólogos, lingüistas, arqueólogos e geógrafos, afinal, compreender o humano e suas interações é o grande objetivo.
 
Autora : Gabriela Souto Maior